À mãezinha (e ao paizinho que faz aniversário)…

Hoje estou particularmente mais emocionada e sensível do que de costume. Ontem recebi a notícia de que minha única avó viva estava internada. Chorei na hora. Nem é grave, ela deve sair logo de lá. Mas me veio à mente na hora o abraço que recebi dela quando fui a Brasília no meu aniversário, há um mês. A dona Ana, que, quando eu era criança, era meio durona, me abraçou com muito carinho, me deu um beijo na testa e desejou que eu fosse feliz. Acho que nunca vou me esquecer disso. E lembrar que ela, em pleno Dia das Mães, está lá num quarto de hospital, me deixou tristinha mesmo. E chorei antes de dormir. Continue lendo