Só quando tem sol

image-(Poeminha bobo feito sem pretensão numa noite fria de primavera-inverno em Paris)

Dias frios congelam o nariz, a mão, o abraço, o laço, o sorrir, o falar, o viver, o sentir. Congelam alguns corações.

Se faz frio demais, as pessoas têm vontade de menos, têm conversa de menos, sorriso de menos, cor de menos. Olham menos nos olhos e distribuem menos atenções.

No calor – e que se aguente o clichê – somos alegres que dá ânimo ver. E dançamos mais, cantamos mais, sorrimos mais. Compartilhamos tudo entre amigos, vizinhos ou pais.

No Brasil, no México ou na Austrália, as pessoas parecem mais felizes até mesmo na Itália, onde o sol tem mais coragem de aquecer.

Carinho, informação, educação – nada disso tem a ver com dinheiro, não. Porque a vida não sorri só para quem tem. É o solzinho de cada um que dita as regras, meu bem.

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